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Sensibilidade não-celíaca ao glúten: uma realidade cada vez mais presente
Núcleo de Nutrição
Sensibilidade não-celíaca ao glúten: uma realidade cada vez mais presente
13 Julho 2015
Desde a década de 80 que se fala de sensibilidade não celíaca ao glúten, mas nos últimos tempos têm sido mais casos detectados e há mais investigação sobre o assunto.

Começou a haver de tal forma maior número de casos, que surgiu a necessidade de standardizar a forma como se diagnostica. A revista Nutrients por exemplo, faz este ano uma compilação da evidência sobre este assunto e como pode ser a abordagem com estes pacientes.
Quando um paciente tem sintomas parecidos com doença celíaca, mas não cumpre critérios de doença celíaca e não tem alergia ao trigo, não se pode logo dizer que tem sensibilidade não celíaca ao trigo.

Doença celíaca e alergia ao trigo são relativamente fáceis de diagnosticar – pelo menos estão bem definidos os critérios de diagnóstico. Mas na sensibilidade não celíaca ao glúten, os sintomas podem ser muito diversos e não existe ainda nenhuma análise específica que possa comprovar a existência desta intolerância. É preciso sim, fazer um trabalho longo com o paciente, que passa pela utilização de escalas em que são classificados os sintomas, ao longo de diversas semanas em que a alimentação se vai alterando. É importante que neste período as recomendações do(a) médico(a) e nutricionista sejam seguidas rigorosamente.
A avaliação tem de durar várias semanas para se notarem a flutuações em sintomas que podem demorar mais tempo a aparecer, como dores de cabeça, por exemplo. Os sintomas podem variar entre alterações intestinais diversas até sintomas como falta de energia, anemia, perda de peso, ansiedade, alterações de humor, dores de cabeça, alterações de sono, ...

Mesmo sem doença celíaca e sem alergia ao trigo, pode justificar-se uma alimentação isenta de glúten em muitos casos que se assemelham a doenças intestinais, mas que podem ter sintomas muito diversos.


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