A revista GUT (International Journal of Gastroenterology and Hepatology), publicou em finais de 2012 um estudo sobre a relação da concentração no organismo humano de metais pesados e sua relação com o risco de cancro do pâncreas.
O conhecimento quanto à etiologia do cancro pancreático é escasso. O factor de risco bem estudado e bem conhecido é a relação do efeito nocivo do fumo do tabaco. O papel carcinogénico do tabaco deve-se à concentração de cádmio, e aminas aromáticas. A diabetes, a pancreatite crónica, a obesidade e a história familiar aumentam o risco de cancro pancreático.
O que é importante neste estudo:
O que pode ser importante:
Recentes estudos revelam que a exposição na infância ao leite contaminado com arsénico aumenta a mortalidade por cancro do pâncreas.
Na nossa opinião os doentes com multipatologia, fadiga crónica, perturbações mentais, autismo, tabagismo, doenças auto-imunes, com amálgamas, devem realizar, conforme a situação clinica, avaliação da reactividade a metais tóxicos e não tóxicos (Teste Melisa), mineralograma do cabelo e urina, porfirinas urinárias (estudo dos níveis de mercúrio) e avaliar o stress oxidativo, isto é a capacidade de eliminar os radicais livres de oxigénio.