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Gisela Carrilho
Reduzir o consumo de sal diminui risco de cancro de estômago
27 Julho 2012


O cloreto de sódio (sal) tem um papel essencial no organismo. No entanto, apesar dos ditos populares “que o sal dá sabor, tanto à comida como à vida “ os dias de boa fama do sal chegaram ao fim. Ele é o grande responsável pelo aumento da hipertensão e das doenças cardiovasculares e do cancro, cujos números não têm parado de crescer. O sal presente nas refeições pré-confeccionadas e nos alimentos industriais são fulcrais nesta problemática.
As necessidades deste mineral rondam 6 g por dia (1 colher de chá), segundo a Organização Mundial de Saúde, e a média de consumo anda nos 12 g, ou seja, o dobro. No entanto, o cenário em Portugal ainda é pior, pois muitos portugueses ultrapassam esta quantidade.
Cerca de 75% do sal que ingerimos está nos alimentos. Diminuir o consumo de alimentos salgados como pão, presunto e outros enchidos pode reduzir os riscos de cancro de estômago. O aviso foi feito pela ONG britânica World Cancer Research Fund (WCRF) que recomenda a diminuição do consumo de sal e sugere que quantidade de sódio nos produtos alimentares seja indicada de forma clara no rótulos.



Comentários:

- Reeduque o paladar a descubra o sal escondido nas prateleiras do seu supermercado. Abdicar do sal é inicialmente muito difícil. Mas bastam 1-2 meses para notar o paladar mais apurado e a sensação de que os alimentos ficam mais saborosos com pouco sal. Comece por…
   . Habituar-se a ler os rótulos e a ver os níveis de sal ou cloreto de sódio.
   . Dar preferência aos alimentos frescos em detrimento dos industriais.
   . Pôr menos sal ao cozinhar e deixar de o adicionar à mesa. Substitua-o pelos temperos como as ervas aromáticas e especiarias.

Nota: imagem retirada daqui.


Nutrição para a saúde
Prevenção do cancro
Publicado por:
Gisela Carrilho
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