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Gisela Carrilho
Menopausa precoce associada à intolerância ao glúten
05 Agosto 2011

Um novo estudo alerta as mulheres com intolerância permanente ao glúten que caso o problema não seja tratado, a menopausa pode chegar mais cedo.

Se a doença for diagnosticada precocemente e for instituido um plano alimentar correcto, os resultados indicam que a menopausa aparecerá no mesmo período do que as que não apresentam intolerância ao glúten. Nas pessoas com intolerância permanente ao glúten, o sistema imunitário reage ao glúten - proteína encontrada essencialmente no trigo, centeio, cevada e aveia.
Estes alimentos agridem a mucosa intestinal dessas pessoas impedindo a correcta absorção dos nutrientes necessários, como aminoácidos, vitaminas e minerais de grande importância para o funcionamento dos glândulas endócrinas, que produzem as respectivas hormonas.

Os níveis de estrogénio geralmente são mais baixos em mulheres com intolerância ao glúten.

De acordo com este estudo, além da menopausa ser precoce, a idade fértil é mais curta e os abortos e partos prematuros também são mais comuns em quem apresenta intolerância ao glúten.

Comentários:
- O tratamento é baseado numa dieta sem glúten, e com ele é possível uma melhoria significativa na função reprodutora das mulheres. Com um teste simples é possível diagnosticar a doença, mantendo a fertilidade e a qualidade de vida.  
- Este estudo mostra, mais uma vez, que devemos estar atentos a todos os promenores, para que cada profissional possa dar a sua contribuição na melhoria da saúde e bem-estar. É isso que fazemos nas nossas consultas de Medicina Funcional Integrativa.

Nota: imagem retirada daqui


Associações alimentares
Gravidez e amamentação
Publicado por:
Gisela Carrilho
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