Na doença de Alzheimer, problemas de sono são muito frequentes. Estudos recentes em animais sugeriram que existe uma relação entre o sono e a Beta-amilóide, molécula envolvida no desenvolvimento da doença.
Assim, foi avaliar-se em indivíduos com 45 anos ou mais, sem sintomas de doença de alzheimer, se a qualidade do sono era influenciada pela deposição da beta-amilóide mesmo sem sintomas de doença de alzheimer. Os voluntários eram indivíduos que estavam a ser seguido num centro de pesquisa de doença de alzheimer e 50% deles tinha história familiar de doença de Alzheimer tardia.
Durante 2 semanas mediu-se a qualidade e quantidade de sono, bem como a existência ou ausência de deposição da proteína beta-amilóide.
A deposição de beta-amilóide estava presente em 22,5% dos participantes e este foi o grupo que teve pior qualidade de sono e que mais sestas fez durante a semana. Portanto, antes de outros sintomas a qualidade do sono começa a piorar.