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Helena Santos
Excesso de ómega 6 potencia doenças crónicas
28 Maio 2012

O assunto não é novidade para nós, na nossa prática clínica o controlo da inflamação através da alteração do tipo de gorduras da nossa alimentação, é uma das nossas actuações mais frequentes.

Desta vez, é no Journal of Nutrition and Metabolism, que em Abril deste ano, volta a falar-se do assunto. Os investigadores assumem que a alimentação ocidental possibilita um excesso de ómega 6 perante os ómega 3. Estamos a ingerir uma proporção de 15:1.

Ora, sendo os ácidos gordos ómega 6 e 3 percursores de eicosanóides com importantes funções em termos de inflamação e sabendo que os ómega 6 são pró-inflamatórios e os ómega 3 anti-inflamatórios - É natural concluir, como se conclui no estudo, que estamos a ter uma alimentação potenciadora de inflamação.
O aumento da ingestão de ómega 6 da população em geral, coincidiu com o aumento de doenças crónicas como fígado gordo, doenças cardiovasculares, obesidade, doença inflamatória intestinal, atrite reumatoide, doença de alzheimer,…

Para os investigadores, a solução é dar maior relevo à ingestão de ómega 3 (peixes, oleaginosas, sementes,…) em detrimento dos ómega 6 (óleos usados directamente ou usados indirectamente em quase todos os produtos industriais, margarinas,…). Em alguns casos a suplementação de ómega 3 é necessária. Nada como confirmar o seu estado inflamatório e o tipo de gorduras que tem no corpo através de uma análise aos tipos de gordura do seu corpo – teste AGRE.
 


Nutrição para a saúde
Publicado por:
Helena Santos
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