I
nvestigadores suecos que publicaram uma investigação no Journal of Internal Medicine, levaram a cabo um estudo duplamente cego, controlado com placebo, em pacientes com doença de Alzheimer.
Estes pacientes foram sujeitos a uma suplementação de 2300mg de ómega 3 por dia, durante 6 meses ou ao placebo.
No final do estudo, aqueles que receberam a suplementação tinham níveis de DHA maiores no fluido cefalorraquidiano e parâmetros de inflamação reduzidos.
Esta constatação mostra que o DHA administrado por suplementação consegue chegar ao cérebro e influenciar directamente e positivamente problemas metabólicos em casos de doença de Alzheimer.