Hoje que a Medicina Funcional Integrativa está um pouco por todo o lado é difícil, tendo em conta o manancial de informação que existe na internet, distinguir o que é certo do que é menos correcto.
Muitos profissionais de saúde mantêm uma postura conservadora e negam e até desdenham de muitas ferramentas que a medicina dispõe nos dias de hoje, em termos de medicina funcional integrativa.
Não poderíamos deixar passar em branco o apelo da Dra Josephine P. Briggs, que integra o National Center for Complementary and Alternaive Medicine. Ela apela a que se tem dúvidas sobre homeopatia, acupuntura, suplementação ou outro qualquer parâmetro, deve colocar essas questões ao seu médico. Ele pode não saber responder, mas se todos os pacientes começarem a fazer perguntas desse género, haverá a necessidade de se ir informar para poder dar respostas adequadas. Queremos que a Medicina Funcional Integrativa chegue a mais pessoas e para isso os profissionais de saúde devem fazer parte do ciclo de informação.
E não permita que o se médico tome decisões sem lhe explicar muito bem porque está a ir por esse caminho e não por outro. O paciente tem de ser activo no SEU processo de recuperação de saúde.