Português  

 

Início > nutrição funcional > Blog Nutrição Funcional

Blog Nutrição Funcional
A mostrar mensagens com etiqueta OLEAGINOSAS  Mostrar todas as mensagens

Viva mais tempo – coma oleaginosas! Terça-Feira, 3 Dezembro, 2013

Uma investigação publicada no The New England Journal of Medicine mostrou mais uma vez que o consumo de oleaginosas (nozes, amêndoas, avelãs, pinhões, noz do brasil,…) é benéfico.

Foram avaliadas 76.464 mulheres do Nurses' Health Study (1980–2010) e 42.498 homens do Health Professionals Follow-up Study (1986–2010). Indivíduos com história de cancro, doença cardíaca ou enfarte, foram excluídos. O consumo de oleaginosas foi verificado a cada 2 anos e todos os participantes foram divididos em dois grupos: os que nunca comiam ou raramente consumiam oleaginosas e sementes e os que consumiam regularmente ou até todos os dias.

As associações encontradas foram claras: o consumo regular de oleaginosas reduz em 20% o risco de morrer devido a doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e até cancro. Aqueles que comeram frutos secos uma vez por semana apresentaram uma redução de 7% no risco de doenças, duas vezes por semana 13% a menos, cinco a seis vezes 15% e sete ou mais vezes 20% menor probabilidade de morte.
 
Estes alimentos são riquíssimos do ponto de vista nutricional: vitamina E, ácido fólico, proteínas, fibras, cobre, cálcio, manganésio, gorduras polinsaturadas, fitoquímicos. Embora este estudo não possa estabelecer uma relação causa-efeito, pelo menos permite reforçar o papel benéfico destes alimentos na saúde e na prevenção de doenças.
 
Consuma oleaginosassementes (ao natural) todos os dias, por exemplo a meio da manhã para acompanhar uma peça de fruta.

Publicado por: Nutrição Funcional|Comentários: 0
EtiquetasAntioxidantes| Dieta mediterranica| Nutrição e inflamação| Nutrição para a saúde| Oleaginosas| Prevenção cardiovascular| Prevenção do cancro

 

Amêndoas: um lanche saciante! Terça-Feira, 22 Outubro, 2013

Lanches que nos mantenham sem fome bastante tempo é o que todos queremos. Seja porque estamos ocupados com actividades que não queremos interromper para comer ou porque queremos controlar a quantidade de alimentos que consumimos.

No  European Journal of Clinical Nutrition vem descrita uma investigação muito interessante que foi verificar  efeitos da ingestão de amêndoas em 137 adultos em risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Os participantes foram incluídos num de 5 grupos:
- grupo controlo que não comeu oleaginosas e sementes
- grupo que comia 40 g de amêndoas junto com o pequeno-almoço
- grupo que comia 40 g de amêndoas junto com o almoço
- grupo que comia 40 g de amêndoas como único lanche da manhã
- grupo que comia 40 g de amêndoas como único lanche da tarde

A investigação durou 4 semanas e avaliaram-se parâmetros como glicemia, apetite, peso corporal e alguns parâmetros sanguíneos em jejum.

Não houve diferenças no peso corporal entre os diferentes grupos. Os grupos das amêndoas tiveram maior controlo de apetite e a resposta glicémica melhorou principalmente nos grupos que usaram s amêndoas como lanche.

Apesar de ser um estudo curto e com pouco mais de uma centena de participantes, é um bom sinal e um incentivo para uma maior variedade nos lanches do dia-a-dia. Uma saquinha com amêndoas ao natural pode estar na gaveta da secretária ou na sua mala para que possa petiscar a meio da manhã ou da tarde e de forma equilibrada, não a(o) vão fazer engordar!.

Publicado por: Helena Santos|Comentários: 0
EtiquetasNutrição para a saúde| Obesidade| Oleaginosas

 

Pequeno-almoço rico em proteínas ajuda a controlar o apetite Sexta-Feira, 29 Março, 2013

É habitual ouvir-se dizer que saltar o pequeno-almoço está associado a um maior risco de desenvolver excesso de peso e obesidade, sendo esta refeição de tal forma importante que condiciona a ingestão de alimentos nas horas seguintes.

Um recente estudo publicado no  American Journal of Clinical Nutrition refere que tomar o pequeno-almoço conduz a alterações positivas nos sinais de saciedade (apetite), bem como outros sinais hormonais e neuronais que regulam a ingestão alimentar. Neste estudo, adolescentes do sexo feminino com excesso de peso e obesas foram divididas em 2 grupos em que um deles consumiu um pequeno-almoço rico em proteína (35g) em comparação com outro grupo com quantidade normal de proteína. Cada pequeno-almoço tinha cerca de 350 calorias.
Após a avaliação dos outcomes das participantes verificou-se que um pequeno-almoço de elevado teor proteico reduziu o consumo de  snacks de elevado teor de gordura e açúcar, especialmente à noite.

Comentários:
- Um pequeno-almoço rico em proteínas pode, assim, constituir uma forma útil de controlar o apetite, aumentar a saciedade e melhorar a qualidade da alimentação diária.

- Aqui ficam algumas sugestões de um bom pequeno-almoço:
(1) Muito nutritivo -  iogurte natural com 1 peça de fruta bem madura, flocos de aveia e algumas nozes/amêndoas/avelãs com um pouco de canela;
(2) mais convencional -  Iogurte natural ou de aromas ou leite biológico mais um pão  de mistura com fiambre de perú ou frango ou azeite ou queijo fresco magro ou pasta de avelã ou pasta de noz mais uma peça de fruta.
Para os mais arrojados e esfomeados, um ovo mexido no pão pode ser a solução.

Nota: imagem retirada daqui.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 0
EtiquetasDieta mediterranica| Nutrição para a saúde| Obesidade| Oleaginosas

 

Vitamina E pode prevenir e tratar casos de cancro Sexta-Feira, 22 Março, 2013

Uma equipa de investigadores identificou uma propriedade anti-cancerígena na vitamina E.

De acordo com um recente estudo publicado no Science Signaling, os investigadores demonstram que uma forma especifica de vitamina E inibe a activação de uma enzima que é essencial para a sobrevivência de células cancerígenas da próstata. Com a perda dessa enzima – chamada Akt – a célula do tumor morre.

A forma mais comum de vitamina E pertence a uma variedade chamada tocoferol. Neste estudo, os investigadores mostraram que, dos tocoferóis testados, a forma gama-tocoferol é a mais potente.

Trata-se do primeiro estudo que demonstra que a vitamina E encontrada no azeite e nas oleaginosas apresenta benefícios em termos de prevenção e tratamento do cancro. O investigador principal esclarece que a vitamina E vendida nas farmácias e supermercados não traz o mesmo efeito uma vez que é constituída essencialmente por alfa-tocoferol. É necessário uma elevada dose da substância para que ela funcione como medicamento no combate ao cancro.  Através da manipulação da estrutura da molécula da vitamina E descobriu-se que a eficácia do novo agente  é 20 vezes mais elevada do que a própria vitamina.
 
Comentários:

- Esta é mais uma prova de que a nutrição, os nutrientes e os alimentos devem estar sempre em cima da mesa em qualquer processo terapêutico. No entanto, é importante identificar as diferentes formas de vitamina E. Para as pessoas que necessitam de tomar suplementos de vitamina E, devem optar por alimentos que possuam esta vitamina e por suplemento de confiança do profissional de saúde que a acompanha, à luz do conhecimento actual.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 0
EtiquetasNutrição e inflamação| Nutrição para a saúde| Oleaginosas| Prevenção do cancro

 

Dieta Mediterrânea na prevenção do risco cardiovascular Sexta-Feira, 1 Março, 2013

De acordo com um recente estudo publicado no New England Journal of Medicine o padrão alimentar de uma dieta mediterrânea é tão eficaz quanto a utilização das estatinas na prevenção de ataque cardíaco. O estudo indica que a ingestão de nozes e azeite pode reduzir até 1/3 o risco de sofrer um ataque cardíaco, um derrame e a taxa de mortalidade em pessoas com elevado risco cardiovascular.

São vários os estudos que comparam os efeitos benéficos deste tipo de dieta em pessoas após terem sofrido um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. No entanto, este estudo foi o primeiro a testar os efeitos num grupo de elevado risco. Nesta investigação foram recrutados aleatoriamente 7.447 pessoas, dos 55 aos 80 anos com excesso de peso, fumadores e com diabetes ou outros factores de risco para doenças cardíacas.

Aqueles que seguiram a dieta mediterrânea ingeriram 5 porções de frutas e vegetais e peixe 3 vezes por semana e receberam diariamente azeite extra virgem ou nozes. Para além disso, foram incentivados a ingerir carne branca ao invés de vermelha, e leguminosas pelo menos 3 vezes por semana e os participantes que bebiam foram induzidos a tomar pelo menos 1 copo de vinho por dia com as refeições principais.
Paralelamente foram aconselhados a evitar biscoitos, doces e bolos, e limitar o consumo de alimentos lácteos e carnes processadas.

No final as pessoas que seguiram a dieta de estilo mediterrâneo eram 30% menos propensas a sofrer um ataque cardíaco, derrame ou morte relacionada com eventos cardíacos. 

Comentário:
- A alimentação é uma ferramenta poderosa que está a alcance de todos nós usar e se alimentação mediterrânica faz bem ao seu coração porque não segui-la?! 

Nota: imagem retirada daqui.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 0
EtiquetasDieta mediterranica| Nutrição para a saúde| Oleaginosas| Prevenção cardiovascular

 

Ácido gordo ómega-3 melhora a memória Sexta-Feira, 6 Julho, 2012

São vários os estudos que salientam a importância da ingestão de peixe para o bom funcionamento cerebral e optimização da memória.

De acordo com um recente estudo publicado no  Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism,  ratos alimentados com uma dieta rica em DHA (ácido docosahexaenóico – ómega 3) tinham níveis 30% superior deste ácido gordo na região do cérebro responsável pela memória. 
As células de memória no hipocampo podem comunicar melhor umas com as outras
e retransmitir melhor as mensagens quando os níveis de DHA nesta região do cérebro são maiores. Isto pode explicar porque uma dieta rica em DHA melhora a memória.


Comentários:
- O DHA encontra-se principalmente em peixes gordos, algas, mas também em menor quantidades em oleaginosas e sementes. Óleos de peixe de elevada qualidade são óptimas opções de suplementação.
- Aumentar a ingestão de peixe ou tomar suplementos pode, assim, impedir a queda dos níveis de DHA no cérebro.

Nota: Imagem retirada daqui.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 0
EtiquetasNutrição e Cerebro| Nutrição para a saúde| Oleaginosas

 

Estudo indica que risco de AVC pode diminuir com dieta rica em magnésio Sexta-Feira, 17 Fevereiro, 2012

De acordo com a meta-análise publicada no American Journal of Clinical Nutrition, uma alimentação rica em magnésio pode diminuir o risco de acidente vascular cerebral (AVC).
 
Esta análise incluiu 7 estudos publicados nos últimos 14 anos, com cerca de 250.000 pessoas dos Estados Unidos, Europa e Ásia, os quais foram seguidos, em média, 11.5 anos.
 
Os resultados demonstraram que para cada 100 mg extras de magnésio consumido por dia, o risco de AVC isquémico (o mais frequente e geralmente causado por um coágulo de sangue) diminuiu 9%. Os investigadores enfatizaram que a análise foi realizada em relação ao consumo de alimentos ricos em magnésio e não em relação à suplementação de magnésio como forma de prevenção de AVC.
 
Comentários:
- O magnésio é um mineral fundamental para a saúde, envolvido em mais de 300 reacções enzimáticas vitais necessários para manter a saúde. Muitos destes estão relacionados com a saúde cardiovascular, incluindo a estabilidade do ritmo cardíaco, regulação da pressão arterial e redução da inflamação. Devemos consumir fontes de magnésio com regularidade, por isso fica novamente o reforço neste sentido: consuma frequentemente legumes de folha verde escura, frutas oleaginosas (nozes, amêndoas, avelãs), leguminosas (grão, feijão, ervilhas, favas, lentilhas) e grãos integrais ricos em magnésio, pois só assim terá acesso a todos os benefícios destes.

Nota: Imagem retirada daqui.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 0
EtiquetasNutrição para a saúde| Oleaginosas| Prevenção cardiovascular

 

Consumo de oleaginosas é benéfico em doentes com síndrome metabólico Sexta-Feira, 4 Novembro, 2011

Na revista ACS' Journal of Proteome Research foi publicado, pela primeira vez, um estudo que mostra a relação entre o consumo de oleaginosas e niveis elevados de serotonina em doentes com síndrome metabólico (SM).
Os sintomas do SM incluem excesso de gordura abdominal, níveis de açúcar elevado no sangue e pressão arterial elevada, o que aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. A serotonina é uma substância que ajuda na transmissão dos sinais nervosos; diminui a sensação de fome; faz com que as pessoas se sintam mais felizes e melhora a saúde do coração.
Para verificar os efeitos bioquímicos do consumo das oleaginosas, os investigadores  colocaram doentes com síndrome metabólico numa dieta  alimentar enriquecida com nozes, amêndoas e avelãs durante 12 semanas.
Os investigadores observaram que foi preciso apenas uma porção de 30 g de oleaginosas por dia para produzir estes efeitos positivos.

Comentários:
- Como já foi referido as oleaginosas são sem dúvida alimentos fantásticos que devemos ingerir com frequência pela sua riqueza em gorduras que nos são muito benéficas. Ajudam pessoas saudáveis a manterem-se saudáveis, mas muitos estudos, como é este exemplo, começam a aparecer, mostrando os benefícios destes alimentos em algumas doenças.

Nota: Imagem retirada daqui.

Publicado por: Gisela Carrilho|Comentários: 2
EtiquetasNutrição na doença| Oleaginosas

 

 
 E-mail  Comentar  Newsletter  Blog  Partilhar
 Ir para o topo
 
Entradas Recentes
Próximos Eventos
       


2009 © NBRSolutions,Lda. - Todos os direitos reservados.