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Video sobre a abordagem biómedica do autismo
Terça-Feira, 7 Setembro, 2010
Apercebemo-nos da enorme necessidade de informação que os pais sentem e procuram, da vontade que têm em poder encontrar mais oportunidades de melhorarem a qualidade de vida dos seus filhos e minimizarem os sintomas das doenças do espectro do autismo.
Ficou-nos a sensação que é ideia generalizada dos pais de que o tratamento biomédico é “a dieta sem glúten e sem caseína”, como repetidamente ouvimos dizer.
A adequação alimentar (dieta) é apenas uma pequena parte, fundamental, é certo, do tratamento biomédico desta doença, que deve ser orientada por um nutricionista especificamente preparado.
O tratamento biomédico fundamenta-se na análise de muitos parâmetros bioquímicos, metabólicos e imunológicos, habitualmente alterados nestas crianças. O tratamento visa e o equilíbrio das alterações evidenciadas, tão correctamente quanto possível.
Segundo o método DAN! – Defeat autism now! - este é um processo com passos estruturados mas que é sempre individualizado, pois cada criança é única.
Deixamos aqui um documentário de 30 minutos sobre a história de algumas crianças que recuperaram do autismo usando a abordagem biomédica que utilizamos na nossa consulta DAN!
Deixamos aqui um documentário de 30 minutos sobre a história de algumas crianças que recuperaram do autismo usando a abordagem biomédica que utilizamos na nossa consulta DAN!
Veja por si!
"AUTISM YESTERDAY" Autism is Reversible from JB Handley on Vimeo.
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Publicado por: Daniela Seabra |Comentários: 0
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Crianças com autismo percebem as sombras de forma diferente
Segunda-Feira, 23 Agosto, 2010
De acordo com um novo estudo as crianças autistas percebem as sombras de forma diferente das crianças não autistas.
Cristina Becchio e seus colegas estudaram 20 crianças com autismo e 20 crianças sem espectro de autismo. Os pesquisadores pediram às crianças que tentassem reconhecer os objectos que lhes iriam ser apresentados, enquanto as respectivas sombras eram alteradas ao nível da posição, ou por vezes removidas.
Segundo os pesquisadores, a análise do tempo de reacção revelou que, as crianças sem autismo usam a informação das sombras de forma a melhorar o reconhecimento de objecto, já nas crianças autistas a presença de sombras interfere e dificulta o reconhecimento do objecto.
As crianças com autismo reconhecem imagens mais rapidamente, quando não há presença de sombra. Estes resultados sugerem que, que as crianças com autismo vêem as sombras como "coisas obscuras" independente dos objectos das quais elas derivam.
As crianças não autistas são mais lentas a reconhecer os objectos quando a sombra está incorrecta ou quando não existe uma sombra de todo, sendo-lhes inato um mecanismo que lhes permite identificar rapidamente as sombras e permite que as informações a partir desses sombras sejam usadas na identificação de objectos. Este mecanismo, segundo os investigadores, pode estar limitado no autismo.
Os investigadores concluem que, "a idéia de que indivíduos com autismo vêem o mundo de forma diferente é talvez o enigma mais intrigante de todos os enigmas lançados pelo autismo. Os resultados deste estudo apresenta-nos uma notável demonstração de como as consequências das limitações visuais no autistas se podem prorrogar para além da visão"
"Perception of shadows in children with autism speetrum disorders," Cristina Beeehio, Morena Mari, and Umberto Castiello, PLoS ONE, May 2010.
Autism Research Review International Vol,24, No.2, 2010
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Publicado por: Sofia Baptista|Comentários: 1
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Disfunção mitocondrial no autismo
Quinta-Feira, 19 Agosto, 2010

Vários estudos têm demonstrado uma ligação entre disfunção mitocondrial e doenças do espectro do autismo.
Carregue no link para ver a nossa science news sobre este tema.
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Publicado por: Susana Reis |Comentários: 0
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Ocitocina aumenta a interação social em adultos com sindrome de autismo
Quinta-Feira, 29 Julho, 2010
O tratamento com a hormona ocitocina, (uma hormona que promove a socialização e a vinculação entre a criança e a mãe) pode melhorar a interacção social das pessoas com autismo.
A pesquisa mostra que os indivíduos com (ASD) revelam baixos níveis plasmáticos de ocitocina e não apresentam um aumento de níveis de ocitocina no desenvolvimento normal do sangue . Além disto, Elissar Andarie e seus colegas investigadores afirmam que as amostras de plasma estão associadas a altos níveis de ocitocina, o que sugere que o autismo pode estar relacionado com anomalias na forma como esta hormona é sintetizada.
A administração de ocitocina nasal parece melhorar o reconhecimento de rostos e aumentar a filiação social nos individuos.
Andari e seus colegas administraram um spray nasal com ocitocina em 13 adultos com ASD, de forma a verificar se a sua administração pode realmente influenciar as respostas sociais nestes indivíduos.
Os investigadores avaliaram as respostas dos participantes, durante um jogo social e uma tarefa de percepção facial, comparando os que tinham tratamento activo com ocitocina e os que estavam apenas em condição placebo.
Foi utilizado um jogo de computador onde os participantes jogavam uns com os outros.
Os investigadores relatam que, no grupo placebo, os participantes com ASD não atentaram no comportamento dos outros jogadores e não apresentaram variação nas suas respostas emocionais no que diz respeito aos seus parceiros no jogo.
Quando os participantes receberam ocitocina, apresentaram uma forte interação social com os parceiros e sentimentos de preferência e confiança.
Na tarefa de percepção facial os participantes com ASD focaram-se mais na parte ocular das faces, após a recepção de ocitocina. Os pesquisadores comentaram que a ocitocina pode promover comportamentos pró-sociais pois "diminui aquilo que constitui um déficit central de pacientes com ASD, ou seja, a falta de contacto ocular directo. "
Os pesquisadores afirmam serem necessários mais estudos para determinar se a ocitocina pode realmente melhorar o funcionamento social em pessoas com ASD. A co-autora do estudo Angela Sirigu diz que "se a ocitocina for administrada precocemente, quando o diagnóstico é feito, talvez se possa influenciar o desenvolvimento social das crianças autistas"
"Prornoting social behavior with oxytocin in high-functioning autism spectrum disorders," Elissar Andari, Jean-René Dubamel, Tiziana Zalla, Evelyn Herbrecht, Marion Leboyer, andAngela Sirigu, Proceedings of the National Academy of Sciences," February 16,2010; Autism Research review International, vol.24, No,1, 2010
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Publicado por: Sofia Baptista|Comentários: 0
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Flora Intestinal e o autismo
Quarta-Feira, 7 Julho, 2010
Dados de um estudo recente parecem apontar para a possibilidade de desenvolvimento de um teste não invasivo para o diagnóstico de autismo. Investigadores do Imperial College London e da University of South Australia estudaram a urina de crianças com autismo e encontraram uma composição metabólica diferente quando comparada com crianças saudáveis.
Estes mesmos investigadores notaram que as crianças com autismo tinham níveis mais elevados de Clostridium histolyticum (bactéria) na flora intestinal.Os irmãos destes meninos também tinham um maior número destas bactérias, mas em muito menor quantidade do que encontrada nos indivíduos com diagnóstico de autismo. Estes achados levaram os investigadores a especular que a flora microbiana intestinal poderia ter um papel no desenvolvimento desta doença.
Um dos autores afirmou: “pode parecer estranho que haja uma relação entre o autismo e o que se passa no intestino de um indivíduo, no entanto, o metabolismo e a constituição da flora intestinal reflectem muitas coisas, nomeadamente o estilo de vida e os genes. O autismo afecta vários aspectos diferentes do indivíduo e o nosso estudo mostra como se pode ver a disfunção global através do metabolismo e da flora intestinal.”
Para nós esta relação não é nada estranha! Há vários anos que se sabe da importância de uma flora microbiana intestinal correcta. Uma flora disbiótica tem sido associada a várias doenças para além do autismo, desde distúrbios ditos psiquiátricos, doença inflamatória intestinal, doenças auto-imunes e maior susceptibilidade a infecções.
Da abordagem biomédica que fazemos para o tratamento dos distúrbios do espectro do autismo faz parte o estudo da flora intestinal e do metabolismo de todo o organismo através de análises às fezes, urina e sangue.
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Publicado por: Susana Reis |Comentários: 0
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Puré de castanhas com legumes
Segunda-Feira, 5 Julho, 2010
Foi publicado no blog da Nutrimodulation Cooking, uma receita de puré de castanhas com legumes, que pode ser vista aqui
Esta receita pode ser usada nas dietas:
-sem caseina e sem gluten
- pobre em oxalatos*
- pobre em fenois*
* caso use outros legumes, de confirmar os niveis de oxalatos/ fenois destes.
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Publicado por: Daniela Seabra|Comentários: 0
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Como fazer leite vegetal
Quarta-Feira, 30 Junho, 2010
Foi colocado no blog da Nutrimodulation Cooking, uma receita de como fazer leite vegetal.
Esta receita pode ser usada para fazer leite de arroz (ou de outro cereal), ou leite de oleaginosas como o leite de avelã ou de noz.
Pode ver a receita aqui
Nota: de acordo com o "ingrediente" usado para a elaboração do leite, esta receita pode ser usada em qualquer das dietas usadas no tratamento biomédico do autismo.
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Publicado por: Daniela Seabra|Comentários: 0
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Base de pizza de batata ralada
Terça-Feira, 29 Junho, 2010
Foi publicada uma receita de base de pizza, feita apenas com batata ralada. Pode ver a receita aqui
Esta receita pode ser usada por crianças a fazer a dieta:
- sem caseina e sem gluten
- pobre em fenóis
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Publicado por: Daniela Seabra|Comentários: 0
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